Evolução Consciente

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Observemos, contudo, que, ao adentrar a fase consciente de nossa evolução, a Lei outorga-nos a  interferência da própria vontade na escolha de nossos caminhos, uma vez que conquistamos o livre-arbítrio. Por isso, logo que as trevas da Idade Média se extinguiram, no alvorecer do século XVI, a Lei permitiu ao homem, então parcialmente amadurecido, eleger a ciência para orientar-lhe os passos, em detrimento da fé e da linguagem dos instintos que sempre o haviam conduzido pelas veredas redentoras da existência. A despeito dos inquestionáveis progressos favorecidos pelas descobertas científicas, que orgulhosamente ele exibe como conquista de sua inteligência, sua razão é insuficiente para fazê-lo divisar o Imponderável.

A luz da intuição ainda se faz necessária para iluminar seus escuros caminhos pelas plagas da matéria, a nublar-lhe permanentemente a visão. Então, torna-se imprescindível, sobretudo nos dias atuais, como agora nos damos conta na condição de desencarnados, voltar-nos para os clarões da fé, para que a orientação divina não nos falte na conquista da almejada perfeição.

Se permanecermos atrelados ao hedonismo e à arrogância científica que nos caracteriza, persistiremos por tempo indefinido chafurdados nas sombras do mal e da dor em que nos demoramos, fazendo de nossas vidas permanente rol de lamentos e dores. Norteados pela razão fria, continuaremos a singrar sem rumos pelos mares da vida, colhendo sempre os padecimentos e privações que insistimos em espargir a mancheias ao derredor dos próprios passos.

Munidos de avançada tecnologia, perseguimos uma ciência de comodidades, interessada unicamente no controle dos fenômenos naturais em prol de vantagens próprias e imediatas. Ávidos por lucros, continuamos explorando-nos uns aos outros, semeando misérias que no futuro seremos obrigados a colher. E ainda que aspiremos pela paz, por haver conhecido o pavor da guerra, permanecemos construindo armas de avançado poder destrutivo, capazes de devastar em minutos a vida na Terra. Distanciados das primícias do amor, não chegaremos a lugar algum neste universo, pois a felicidade e a plenitude da perfeição, por quesito de Lei, são conquistas consorciadas impreterivelmente ao triunfo do bem supremo.

Então nossos rumos, doravante, dependerão agora de nossas escolhas. Podemos avançar, elegendo o caminho do bem e da renúncia, ou mesmo retroceder, se optarmos por prosseguir investindo nos ímpios valores da egolatria e do desamor.

Façamos do Evangelho nosso guia infalível. Este é o farol a iluminar-nos os caminhos da fé que nos reconduzem de modo seguro ao Lar paterno. Asseguremos, com Jesus, nossa vitória final contra os grilhões da revolta e as cadeias do egoísmo que insistem em ater-nos nas tristes enxovias do tempo e do espaço.

Nas Encruzilhadas do Caminho

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Agreguemos a esses conceitos o fato de que, nos grandes e conflituosos períodos de transição, almas missionárias comparecem à faina evolutiva, a fim de auxiliar-nos na necessária mudança de rumos e indicar-nos o correto roteiro a seguir. Por isso, esses são os anos de intensas florações espirituais, a produzir zonas de atritos e revoluções, como aquelas que observamos nos finais e inícios dos milênios que nos antecederam e que agora se repetem, nas portas dessa terceira e última etapa da jornada humana.

No começo do segundo milênio, assistimos, nos palcos do velho continente, ao florescimento das guerras santas e o refinamento do fideísmo humano. Já nos primórdios do terceiro, nosso momento atual, depois de implantar a era industrial e tecnológica e sofrer as convulsões de reformas sociais, o homem se prepara para viver a revolução espiritual, que o projetará nos domínios imponderáveis e definitivos da vida.

A mudança para a primeira fase foi marcada pela presença do Cristo entre nós. A passagem da segunda assistiu à vinda de Francisco de Assis, que veio reorientar os caminhos do Evangelho na Terra. Já a última será assinalada pelas revelações espirituais, que em massa partem do mundo espiritual, prontas a servir-se ao amadurecimento humano.

Como vemos, não caminhamos ao léu, pois os Céus nos assistem permanentemente, zelando pela florescência e germinação das virtudes superiores, prontas a brotar nos canteiros de nossas almas.

Estendendo os olhos pelas nossas últimas reencarnações facilmente poderemos identificar a presença desses importantes intervalos evolutivos, a demarcarem nossa caminhada ascensional. E constataremos que a devida orientação jamais nos faltou nas encruzilhadas da evolução, pois em todos os momentos a mão de Deus sempre esteve presente guiando-nos os passos. Sua Lei, sábia e amorosa, assiste-nos constantemente e vigia-nos as ações, orientando-nos no correto rumo a seguir. Isso nos dá a garantia de que atingiremos os fins últimos a que fomos criados. E entendemos ainda que o caminho ascensional não se dá ao acaso, mas segue as linhas de uma obra que já está definida, um projeto pronto, o edifício evolutivo, delineado nos arcanos de nosso ser, inscrito nas leis que nos assistem, preparadas desde a fundação da vida para nos reconduzir à Morada celestial.

Basta-nos a coragem de segui-las sem temor, com determinação, dispondo-nos a efetuar as necessárias reformas e as importantes renúncias que o progresso insistentemente nos pede.

 

Os Três Tipos Humanos

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Esses três intervalos, encerrados em três longos milênios, contam naturalmente com durações variáveis de acordo com particulares propensões individuais. Eles caracterizam igualmente três tipos específicos de seres humanos.

O homem da primeira fase, ainda dominado pelos instintos, é o guerreiro, o conquistador, que vive sob a ética da força. Importa-lhe, com o uso de armas e músculos, dominar e explorar os mais fracos.

O homem da  segunda fase já despertou para a necessidade de coibir a instintividade animal, contudo, acreditando ser fácil ludibriar a Lei, ele consegue sobrepujar em parte sua culpa e permanece impondo-se sobre os demais mediante a prática da astúcia. Fazendo evoluir a ética do guerreiro, ele não mais se utiliza de músculos, mas sim da inteligência para auferir vantagens sobre os demais. Este retrata o tipo malandro, também chamado racional. Já o terceiro é o homem evangelizado, aquele que age sob os auspícios da real ética do amor, caracterizando o tipo santo. Apraz-lhe mais amparar as dores de seu próximo que angariar benefícios a partir de prejuízos alheios.

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Fases da Caminhada Humana

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Observadores atentos da evolução humana asseveram que nossa jornada ascensional pode ser dividida em dois grandes períodos: a etapa inconsciente, na qual somos conduzidos como cegos pela inteligência divina através das estradas do progresso; e a etapa consciente, aquela em que adquirimos a capacidade de interferir, com nossa vontade, no roteiro e no ritmo de nossa caminhada.

A etapa inconsciente ou amoral representa o estágio primitivo da humanidade, a infância humana, caracterizada pela permanência dos hábitos ainda selvagens que o homem traz dos reinos inferiores, a demarcar todos os seus atos e sentimentos. Predominando sobre a razão e a vontade, tais remanescentes e bárbaros costumes induzem-no à franca prática da crueldade. Fazem-se-lhe lícitos o assalto, o roubo, o assassinato e a subjugação dos mais fracos pela imposição da força bruta. Nesse nível, o homem está mais próximo da animalidade e não conhece ainda os preceitos morais.

Já a etapa consciente é demarcada pelo instante em que a razão passa de fato a prevalecer sobre os instintos. Direcionado pela vontade e o livre-arbítrio, o homem assume então paulatino e inteiro controle sobre os próprios passos. Inicia-se nessa fase o soerguimento de uma virtude antes ignorada: a moralidade. É então o estágio de soerguimento do edifício moral, caracterizado pelo respeito ao direito alheio e pela compaixão, no qual o homem, movido por nascente sensibilidade ética, passa a sobrepujar a selvageria, abrandando-se o prélio em que vive.

Esse período demarca o nascimento da justiça social e do Direito, prenunciando o futuro reinado do amor. A vinda de Jesus à Terra assinala para nossa civilização justamente esse instante, no qual deixávamos a primitiva animalidade humana para penetrar no período de construção de uma ética superior, necessária à nossa libertação definitiva dos reinos físicos. Superando o império dos impulsos instintivos, o homem assume o domínio de si mesmo e, exercendo o livre-arbítrio, faz-se inteiramente responsável pela edificação do próprio destino.

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Evolução da Luta

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Uma vez vencidos os elementos naturais e resolvidos os problemas básicos da subsistência, a luta humana estava preparada para modificar-se substancialmente. Desenvolvendo novas habilidades no campo do psiquismo, o homem abandona paulatinamente o uso prioritário da força em seus sangrentos enfrentamentos, deixando a guerra de músculos para assumir agora uma batalha de nervos, em disputas de espertezas e entrechoques de inteligências. A luta evolui, torna-se nervosa e psíquica, sob a ética da astúcia e não mais da força bruta. O novo vitorioso na arena humana será então não exatamente o mais forte, porém o mais hábil na arte do engodo.

Continuando a desconhecer o funcionamento da Lei de Deus, ele julga infantilmente poder ludibriá-la sobrepondo seu egoísmo aos sagrados imperativos da consciência. Seu inimigo não será mais retalhado ao fio da espada, porém subjugado e explorado com as armas da insídia e da persuasão. Procurando obter vantagens sempre, suas ações agora serão demarcadas pelo embuste e pela mentira. Esse é o homem dos nossos dias que ainda habita nossas entranhas e almeja obter, em toda ocasião, proventos e regalias em detrimento do bem alheio. Evidente que terminamos por colher os mesmos prejuízos que imputamos aos nossos irmãos, continuando a imprimir agruras e amofinações em nossa jornada no reino da razão.

Contorcem-se as sociedades terrenas sob o peso das competições em que se transformaram os enfrentamentos humanos, regados agora pela disputa de brilho pessoal e o afã por vantagens imediatas, na grande batalha de superação do homem pelo homem.

A despeito da infelicidade geral, o espírito evolui no entrechoque de interesses egoicos e, deixando o reino da barbárie animal, penetra, enfim, nos caminhos da ciência. Sua inteligência atinge os patamares da genialidade e um novo capítulo da evolução entreabre-se à sua caminhada: empregando análises cada vez mais refinadas e aparelhos sempre mais precisos, ele penetra nos grandes mistérios do universo e da vida. Não tem ele ainda, no entanto, a necessária visão de síntese para decifrar os segredos da divina inteligência que rege o universo, permanecendo, insistindo no uso exclusivo da razão, na superfície da realidade fenomênica.

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Evolução Consciente: Erros e Dores

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Com o nascimento da razão, o homem experimenta novo atributo até então desconhecido nos primeiros reinos: o livre-arbítrio. Iluminado agora pela inteligência, ele já não será mais um cego a palmilhar a esteira da evolução, sob o indulto dos instintos, e poderá efetuar escolhas que determinarão seus rumos no grande oceano da vida. Penetrando na chamada fase consciente da evolução, o homem faz-se então o construtor do próprio destino, e uma nova faculdade, inexistente nos reinos inferiores, guiar-lhe-á doravante as aquisições do progresso: a responsabilidade.

A Lei, sábia e pródiga de recursos, cuidará de imprimir em seu caminho o móvel de seus desejos, concretizando-lhe os sonhos no campo da existência. Todavia, essa mesma Lei igualmente lhe exigirá a obrigatória colheita dos frutos semeados na leira da vida. Surge, assim, na senda redentora, novo e excepcional acúleo a orientar-lhes os passos: a dor expiatória ou provacional. Somando-se à dor evolutiva, esse novo aspecto da dor tratará de devolver ao espírito os mesmos sofrimentos que ele confere a seus semelhantes, reconduzindo-o mais apressadamente aos páramos da desejada perfeição moral.

Ingressando então na escola expiatória, sempre proporcionada às semeaduras, ser-lhe-á agora excepcional educandário de ascensão evolutiva. Suas escolhas são livres, mas o determinismo da Lei obriga-lhe a necessária colheita. Por isso, cônscio agora de seus atos, ser-lhe-á facultado, no exercício do livre-arbítrio, acelerar, retardar ou mesmo fazer retroceder seus passos na linha do progresso. Errando ele sofrerá, e sofrendo, aprenderá a não mais semear a causa de suas dores. Essa é a sabedoria da Lei que, trazendo de volta ao homem os padecimentos infligidos ao próximo, mais rapidamente o reconduzirá à conquista do primado do amor.

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Sob a Ética da Força

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Não obstante haver-se introduzido na conquista das virtudes superiores, o homem primitivo seguirá vivendo sob os remanescentes e ainda ativos impulsos da animalidade de onde proveio. Caracterizando-se como um guerreiro, ele se deixa inicialmente embalar pela mais rudimentar das éticas de inter-relacionamento: a força.

Mediante o emprego da força bruta, a fundamental aspiração por expansão converte-se no anseio por domínio dos semelhantes e apropriação de bens alheios, habituado que se achava ao roubo e ao assalto, frutos do milenar condicionamento a que se adestrara no reino animal. Nasce a guerra e a arte da supremacia do homem sobre o próprio homem, como genuíno movimento evolutivo do espírito ainda selvagem. Nesse patamar inferiorizado, o ser almeja como alegria fundamental subjugar o próximo, conquistar territórios e apossar-se do direito de  reproduzir, por imposição de armas e músculos. Embalado essencialmente pela egolatria, seguindo a mesma diretriz que o impulsionara no reino animal, ele prosseguirá fazendo de sua vida uma arena de sangrentos prélios, acreditando que a máxima felicidade possível na Terra é a falaciosa supremacia sobre seus semelhantes e a superação de suas adversidades.

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Novas Ferramentas Evolutivas

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Preparado pela escola dos milênios no grande laboratório da evolução, o surgimento do homem não foi um ato acidental da vida, mas fruto de intenso labor construtivo, que contou com a participação dos prepostos do Senhor e o esforço dos próprios espíritos que, amadurecidos, atingiram as condições exigidas para participar da grande aventura humana. No reino da razão, a Lei brinda agora o ser com o surgimento de  novas e eficazes ferramentas evolutivas, apropriadas a impulsioná-lo mais rapidamente à conquista de diferentes habilidades, prontas a arremessá-lo aos altiplanos do espírito.

A consciência, brotando das entranhas do ser, inaugura um novo reino no mundo biológico: o reino do espírito. Ainda sustentado pelos dois reinos inferiores, o físico e dinâmico, esse novo império da vida  terminará por reconduzir a alma a seu estado de grandeza original, projetando-o na plenipotência de si mesmo.

O espírito está agora preparado para conhecer mais detidamente o ambiente que o rodeia e iniciar o percuciente exame das extensas paisagens que se desfraldam em seu âmago. Um novo propulsor evolutivo acende-se em seu interior, excitando-o na caminhada ascensional: o apetite intelectual. Depois de resolver os problemas básicos de sobrevivência e reprodução, favorecido pelo novo aparelho cognitivo que a vida agora o brinda, o homem atira-se ao trabalho de desvendar os segredos ocultos na natureza que o acolhe, ávido, na verdade, por conhecer a si mesmo e acelerar o próprio progresso. Nasce a cultura como nova ferramenta da evolução, indispensável para se alcançar a amplitude do pensamento de Deus.

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O Despertar da Razão

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Filhos da Dor, nosso estudo da senda redentora penetra agora na edificação do homem. Após o demorado estágio nas liças do mundo animal, espíritos imbuídos de maior potencial evolutivo e selecionados pelo selvagem jogo de disputas de vida e morte achavam-se, enfim, prontos para viver uma nova e rica experiência: o despertar da razão.

Originário de uma antiga linhagem comum aos primatas, um seleto grupo ergue-se em meio às encaloradas planícies da África equatorial. Eles desceram das árvores e com olhares percucientes e assustadiços varrem os horizontes. Equilibram-se, ainda que de modo instável, sobre os membros inferiores, trazendo livres as mãos, preparadas pela evolução para obedecer aos clarões intelectivos que agora lhes brotam do cérebro, ainda pouco desenvolvido. A vida oferta-lhes uma nova e inusitada aventura: tomar consciência de si próprios e exercitar a inteligência.

Nesse mágico momento, acorda o espírito de seu milenar sono de insciência. Inaugurando o reino da razão, nasce o homem, como o mais primoroso produto da evolução planetária. Sua massa cerebral, herdada do reino animal, inundada pelas fagulhas do pensamento contínuo que se inicia, irá desenvolver-se como nunca, permitindo-lhe aflorar o extraordinário fluxo de consciência que o serve, até então abafado nas entranhas de seu ser pela intensa contração experimentada na queda.

Dedicados paleontólogos no mundo denso já encontraram os registros fósseis desse primeiro hominídeo, precursor da nossa espécie atual, e determinaram-lhe os traços principais. Evidentemente que outros ancestrais serão descobertos, mas aquele que a ciência humana contemporânea denominou de Homo habilis é de fato um de seus principais representantes. Essa primeva criatura pré-humana, forma com a qual todos nós já nos vestimos um dia, viveu em algumas partes do planeta, mas, sobretudo, no continente africano, onde há aproximadamente dois milhões de anos teve seu apogeu.

Em um longo período de paciente maturação, o espírito ensaiava os primeiros rudimentos da inteligência, aprendendo a construir toscas armas e utensílios elementares, feitos de pedra lascada, paus e ossos. Se caracterizarmos o homem como a espécie capaz de confeccionar instrumentos que o auxiliam nas variegadas tarefas da vida, então poderemos considerar esse primitivo “homem habilidoso” como o primeiro representante de nossa raça.

Na lenta elaboração dos evos, esse pequeno hominídeo, originando subespécies correlatas, desenvolveu-se até atingir as características do homem atual, há cerca de duzentos mil anos, segundo nossas melhores estimativas. Encontramo-nos, assim, com nossa configuração atual, onde situaremos nosso estudo. O espírito estava enfim preparado para viver a conscientização de si mesmo, facultando-lhe ricas e novas experiências que doravante viriam a acelerar-lhe em muito a velocidade evolutiva rumo aos páramos sublimados.