ESQUEMA GRÁFICO: INVOLUÇÃO-EVOLUÇÃO (3)

Grafico Inv-Evol

Observemos primeiro o processo no momento do início do ciclo no ponto X do S, onde começa a viagem em descida para Y, ao longo da linha da involução.

Na linha WXW1 o S se encontra na plenitude da sua positividade, enquanto o valor efetivo, atual, da revolta é apenas potencial e o volume da negatividade é apenas um ponto sem dimensões, situado na plenitude da positividade do S. Mas, essa potencialidade vai se tornando cada vez mais próxima do AS, e pouco a pouco a revolta vai se concretizando.

Este fato está expresso na figura pela superfície sempre mais vasta que na descida a revolta conquista e domina, até atingir a plenitude de sua realização; uma plenitude às avessas, ao negativo, na linha ZZ1, em que o triângulo está completo por terem os seus lados atingido a abertura máxima. Assim a negatividade, com o processo da involução, vai cobrindo toda a superfície do triângulo do AS, cujo vértice é X e a base a linha ZZ1.

No fim deste processo o ponto X se dilatou sempre mais até atingir as dimensões da linha ZZ1. A superfície sempre maior, coberta com o progredir do impulso da revolta ao longo da linha da involução XY, representa o dilatar-se do campo de forças dominado pelo AS, que assim se vai potencializando sempre mais, até a sua plenitude máxima na base ZZ1 do triângulo.

Neste ponto o impulso da revolta atingiu a sua completa realização com a criação do AS, que é o nosso universo material.

Que acontece ao mesmo tempo a respeito do S?

Se o AS no início do ciclo, em X se encontra no estado puntiforme, só de valor potencial, o S se encontra ao contrário na sua plenitude WW1 E se na descida involutiva o ponto X, na gênese do AS, foi ampliando sempre mais o seu campo de ação até que se tornou a plenitude ZZ1, paralelamente á linha WW1, ou plenitude do S, foi contraindo sempre mais o seu campo da ação, até que se tornou o ponto Y.

As duas transformações inversas se realizaram uma em função da outra, a negatividade ganhando onde a positividade perdia, num processo de paralelos emborcamentos das dimensões dos próprios valores. O que era mínimo em S se tornou máximo em AS, e ao contrário. Passa-se assim da plenitude da positividade à plenitude da negatividade. Isto porque no processo da queda vai se realizando sempre mais a inversão das qualidades positivas do S nas negativas do AS, e porque à medida que se vai enfraquecendo o poder do S, se vai fortalecendo o do AS. Isso até que na linha ZZ1 o poder positivo do S, que no início era expresso pela linha WW1, foi reduzido ao ponto Y; e o poder negativo do AS, que no início era expresso pelo ponto X, se tornou na linha ZZ1.

Tudo isto a figura nos indica com o progressivo aumentar da extensão da superfície ou campo de forças dominado pelo triângulo do AS e pelo paralelo diminuir da extensão da superfície ou campo de forças dominado pelo triângulo do S.

É bom esclarecer que tudo isto se refere ao fenômeno da queda ou ciclo involutivo-evolutivo que saiu do S, e somente parte que dele quis sair e se corrompeu, e não ao S todo, que ficou íntegro corri o restante que não se rebelou. Temos até aqui esgotado só a primeira parte deste fenômeno, isto é, a fase queda. Observemos agora a sua segunda parte inversa e complementar, a outra fase do ciclo, a da salvação. Por isso o título deste livro: Queda e Salvação.

Livro: Queda e Salvação

http://www.ebookespirita.org/PietroUbaldi/QuedaeSalvacao.pdf

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