ESQUEMA GRÁFICO: INVOLUÇÃO-EVOLUÇÃO (2)

Grafico Inv-Evol

Esta figura nos oferece a representação completa da visão do fenômeno da queda nas suas duas fases de ida e volta, em que o ciclo se fecha chegando novamente ao que foi o seu ponto de partida. Tendo perante os olhos esta representação gráfica apta a fixar as ideias, poderemos melhor estudar o fenômeno nos seus pormenores. As duas cores diferentes nos permitem perceber à primeira vista qual é a natureza de cada ser e a sua posição, e qual dos dois campos, positivo ou negativo, ele pertence.

Os limites geométricos da figura nos expressam o conceito da presença da Lei de Deus que, incluindo o desmoronamento do AS, abrange tudo dentro dos seus limites, com as suas regras dirigindo todo o movimento, com as suas reações contra a violação, retificando todo o erro, reconduzindo tudo à ordem, tudo o que procurou afastar-se dela.

Comecemos observando o ciclo nas suas fases de ida e volta. A figura contém dois campos de forças contrárias, as positivas e as negativas. Eis que elas se põem em movimento, determinando com isso uma série de ações que excitam reações opostas, proporcionadas e calculáveis, que a figura nos expressa com a posição e o comprimento das suas linhas.

O ponto de partida do ciclo na sua primeira metade involutiva é o ponto X situado na linha vermelha WW1 do S. O ponto de chegada daquela primeira metade involutiva do ciclo, é Y na oposta linha verde ZZ1 do AS. Aqui acaba a involução.

Mas este ponto de chegada representa também o de partida da segunda metade do ciclo, isto é, da evolução. Então o ciclo que tinha iniciado o seu movimento de descida involutiva no ponto X do S, agora no ponto Y situado no AS, vira-se em sentido contrário, endireita o seu emborcamento, iniciando o seu caminho de volta, subindo.

O ponto de chegada desta segunda metade evolutiva do ciclo é X, situado na linha do S, de onde se iniciou o processo da descida involutiva.

Que quer dizer tudo isto?

Quer dizer que o impulso que saiu do S, dirigido para o AS, depois de se ter esgotado atingindo o seu objetivo que é a realização do AS, se autoneutraliza e anula, seguindo um movimento oposto que o leva novamente ao seu ponto de partida, ou seu estado de origem S. Tudo se reduz deste modo a um erro corrigido, a uma temporária doença curada, a um afastamento compensado pela aproximação de volta, a uma positividade perdida e recuperada e a uma negatividade adquirida e repudiada, a um processo compensado de ida e volta, a um intervalo de imperfeição na eterna e indestrutível perfeição de Deus.

A este respeito o fenômeno da queda representa o primeiro e maior caso de erro cometido pela criatura e corrigido por Deus. A queda, erro máximo, atrás da qual ecoam e se vão repetindo todos os outros erros menores que o ser repete a toda hora, ao longo de sua escala evolutiva.

Livro: Queda e Salvação

http://www.ebookespirita.org/PietroUbaldi/QuedaeSalvacao.pdf

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