Lei Universal

CAPA-CIENCIA-E-REDENCAO

Romeiros da dor, aproximemo-nos ainda mais de Deus. Não podemos antevê-Lo pelas vias da razão, é-nos possível, porém, avizinhar-nos de Sua grandeza conhecendo alguns dos aspectos que nos são acessíveis de Sua extensa Lei.

Fundamento máximo da Criação, a Lei de Deus é pura manifestação do pensamento divino, e como tal  a expressão de Sua perfeita sabedoria.

Inviolável, ela orienta a realidade fenomênica, permitindo o funcionamento e a própria existência de tudo o que existe.

Harmônica, ela rege o Universo como um grande maestro, a conduzir com exatidão os particulares naipes que cada ser, dos menores aos maiores, entoa na imensidão do concerto cósmico.

Coesa, ela mantém a Criação gravitando em torno do Centro máximo que a gera e sustenta: o Criador.

Já nos referimos a alguns de seus fundamentos, certamente os mais importantes. Compete-nos, todavia, estudar com mais detalhes a ação da Lei a expressar-se tanto na fenomenologia do Universo perfeito, quanto nas plagas do nosso impróprio Relativismo.

Em nossa realidade, ela continua inexoravelmente patente em tudo, ainda que oculta na intimidade dos processos naturais. Incrédulos, questionamos por vezes sua indubitável presença, pois a Lei não está ao alcance dos nossos olhos, apenas de nosso entendimento. E não divisamos sua ação, apenas seus efeitos.

A Lei é a prova irrefutável da existência de Deus. Seus princípios movem o Universo, ante os quais devem curvar-se todos os objetos aninhados e produzidos em seu bojo.

A ciência humana, embora negue a presença dessa expressiva e ínsita sabedoria semeada na natureza, corre a identificar, através de coerentes formulações matemáticas, a tremenda lógica que a caracteriza. Fartando-se de orgulho por inscrevê-las em princípios racionais e sábios, o materialista do mundo denso, no entanto, é incapaz de dizer de onde procedem suas exatas expressões fenomênicas. Negando-se a imputá-las a uma Ordem superior, prefere atribuí-las à ação do acaso, sem compreender que o acaso jamais poderia produzir resultados inteligentes e positivos no palco da realidade em que existimos.

De acordo com o argumento ontológico, somos não apenas parte do Universo, porém o próprio Universo, por trazê-lo no infinito interior que nos banha a tessitura da alma.

Portanto, nascemos sob o signo da lei e conhecê-la faculta-nos não apenas entender o correto funcionamento do Cosmo que nos alberga, mas, sobretudo, permite-nos melhor conhecimento de nós mesmos, e consequentemente, de Deus.

 

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