O caminho percorrido até aqui…

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Iniciamos o estudo do conceito central, do esquema do ser – o “eu sou”.

Isto nos conduziu a observar o fenômeno do egocentrismo cuja significação quisemos esclarecer.

Por esta via chegamos às portas do grande drama da queda dos anjos, devida justamente à rebeldia do “eu”, por excessivo egocentrismo desvirtuado.

Detivemo-nos, então, a contemplar as suas consequências, estudando as origens do mal e da dor. Mas isto nos colocou defronte ao problema inverso da sua finalidade.

Entramos, assim, na visão do grande ciclo constituído do desmoronamento e reconstrução do universo, ciclo que se reconstrói em unidade pela junção das suas duas fases inversas e complementares, involução e evolução.

Adentramos, desta forma, a visão da estrutura do sistema e dos processos íntimos de seu transformismo, admirando-lhe a perfeição.

Pudemos seguir esse transformismo universal até às suas últimas conclusões, que sintetizamos em duas expressões limites, uma das quais resolutivas do sistema positivo, e a outra resolutiva do sistema negativo, com o triunfo final do bem sobre o mal e a reconstituição do sistema desmoronado.

Pudemos, esta maneira, encontrar a solução final do problema do ser.

Descemos depois ao nosso mundo, para nele encontrar confirmações e demonstrações e, afinal, aplicações na sublimação.

Com esta, como conclusão moral das visões precedentes, é apontada ao ser humano a via das ascensões espirituais, a da reconstrução do universo desmoronado, a única que o pode guiar na reconquista da felicidade perdida.

Chegados a esta altura e completada a precedente ordem de visões e de conceitos, vemos desenrolar-se diante de nós uma perspectiva diversa dos mesmos fenômenos, pela qual observaremos o Todo, já não mais em relação à sorte da criação e das criaturas, mas em relação a Deus e à Sua obra.

Sintetizamos atrás a última conclusão da precedente ordem de conceitos, em duas expressões resolutivas do transformismo universal:

1) na destruição do ser, 0 = 0, o inferno eterno, a pena máxima para quem assim a quis renegando a existência, destruição do “eu” como individualização espiritual, morte da alma, que, negando Deus, nega a si própria até anular-se;

2) no polo oposto, significando a plenitude do ser,∞=∞,a felicidade eterna, a alegria máxima, o triunfo da vida, a afirmação do “eu” em Deus.

Iluminados por estas precedentes visões, busquemos agora penetrar ainda mais no íntimo do fenômeno universo, contemplando-o, mais do que em seu transformismo, na sua real essência, na sua mais profunda substância.

Livro: Deus e Universo

http://www.ebookespirita.org/PietroUbaldi/DeuseUniverso.pdf

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