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Estudos no CEU-MATÃO

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O CEU-MATÃO – Centro de Estudos Ubaldianos tem por finalidade o estudo e a divulgação das obras do professor Pietro Ubaldi.

O site está composto por várias categorias, representando o resumo do estudo dos livros:

1) A Descida dos Ideais

2) A Grande Síntese

3) A Lei de Deus

4) Deus e Universo

5) Grandes Mensagens

6) Princípios de uma Nova Ética

7) Pietro Ubaldi (dados do autor e materiais relevantes)

8) O Sistema

9) Ciência da Redenção

10) Queda e Salvação

11) A Grande Batalha

 

Clicando na categoria desejada, aparecerão todos os posts publicados sobre o livro, iniciando-se pela última publicação.

Ao final de cada publicação deixamos o endereço do e-book da obra referida.

Para os que estão iniciando o estudo das obras de Ubaldi, recomendamos iniciar pelo livro Grandes Mensagens, pois terão a oportunidade de conhecer as mensagens recebidas de “Sua Voz” e também a biografia do autor. Depois o livro A Lei de Deus e assim o caminho será palmilhado de acordo com o esforço de cada um.

Fazemos o convite, mas o caminhar terá que ser seu.

Outro detalhe do nosso site (www.ceumatao.com.br)  é possuir um cadastramento para seguir nossas publicações. Basta para isso realizar o preenchimento dos dados requeridos em “você está seguindo este blog”, no final da pagina.

Enfim, queridos amigos, espero que gostem da proposta de estudos do CEU-MATÃO.

Deixem seus comentários e sugestões para que possamos melhorar sempre.

Muita Paz a todos.

Adail e Denise Bottesini

 

adail@bottesini.com.br

A Lei Periódica

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A lei periódica, ou lei dos octetos, representa exatamente a maneira como a inteligência divina determinou que o processo de diferenciação e complementaridade gerasse tipos específicos, permitindo que o universo funcionasse como um sistema orgânico.

Como todo organismo, seus membros, uma vez diferenciados, são obrigados a viver em regime de interdependência e mútua colaboração, fazendo-se todos partes essenciais ao sustento do conjunto que os alberga.

Examinemos com mais detalhes a chamada tabela periódica dos elementos, estudada na Terra, para absorver um pouco mais seus interessantes princípios. Comecemos por recordar que os átomos, os menores organismos constitutivos de nosso mundo, tanto o físico quanto o extrafísico, são feitos por um núcleo, composto de prótons e nêutrons, ao redor do qual giram os elétrons.

Todos os elementos simples existentes na natureza são constituídos exatamente assim, formados então pelos mesmos prótons, nêutrons e elétrons que a todos integram. O que os diferencia e os fazem tão distintos entre si é unicamente o número de prótons que possuem no núcleo, o que se convencionou chamar de número atômico. Assim, a série dos elementos começa com o hidrogênio, que tem somente um próton no núcleo, portanto de número atômico um, o qual, ao agregar novos prótons a seu núcleo, forma a série completa dos elementos existentes. Ganhando um novo próton, o hidrogênio converte-se em hélio, de número atômico dois. Mais um próton, e temos o lítio, número atômico três, e assim sucessivamente até o urânio, de número 92, formado então pela fusão de 92 prótons em seu centro. A partir desse limite, a matéria entra em decaimento, iniciando sua morte através da espontânea decomposição do cerne atômico, fenômeno denominado radioatividade.

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Baixa Frequência

CAPA-CIENCIA-E-REDENCAO

Quanto mais energia emprega o espírito nas construções físicas, ou seja, quanto maior é a frequência que ele imprime aos seus veículos dinâmicos, tornando-os mais materializados, menor será a expressão de sua consciência. Podemos entender que parte da constante divina que alimenta a consciência transfere-se, assim, para a dimensão densa. Logo o único que nos importa é viver segundo o espírito, uma vez que a matéria apenas lhe rouba o íntimo dinamismo, como nos afirmou o divino Mestre. Por isso o trabalho da evolução consiste precisamente em fazer transferir o potencial retido em nossos envoltórios exteriores para o âmago de nosso ser, onde reside nossa essência eterna e imutável, até que nos manifestemos unicamente como consciência pura.

Por isso os seres mais embrutecidos são também os mais ignorantes, pois o espírito elevado trabalha em menor frequência de energias. Difícil admitir essa revelação, pois associamos poder à alta vibração de nosso dinamismo.

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A Imperfeição da Matéria

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Devemos estar cientes de que a própria ciência do mundo já constatou a presença da desordem na composição íntima da matéria. As diminutas partículas que formam o átomo movem-se em um oceano de imprecisões, por isso devemos conferir validade ao chamado princípio de incerteza, já constatado no plano denso. Assim, aqueles que estão acompanhando os mais recentes estudos sobre a composição do átomo já sabem que as partículas que o formam nada mais são que campos expressos em nuvens de imprecisões.

Não são corpúsculos circunscritos em delimitada região do espaço. Nesse reduzido nível das dimensões espaciais, não existe sequer uma nítida divisão entre o próprio espaço e a partícula que se fez massa. Assim, a matéria apresenta-se como uma perturbação do campo, um mero defeito do espaço, dizem, com razão, os estudiosos.

Defeito cuja presença quebra a perfeita simetria do campo estrutural do universo, o tecido cósmico, que se contorce, fazendo-se o reino das probabilidades, imprecisões e instabilidades. Essas são as verdadeiras bases em que se assentam os eventos físicos ao nosso derredor. A matéria, portanto, inserida nesse contexto fenomênico como produto de um inexato e hesitante emaranhamento, é uma deformidade no seio da perfeição divina, uma verdadeira aberração que somente a queda do espírito pode explicar-nos.

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O Movimento e a Consciência

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A composição do mundo físico da matéria, em sua intimidade, é uma construção anômala e transitória, produzida pelo hálito do espírito que caiu. É o próprio espírito que, através da evolução, trabalhará para desfazê-la completamente, de modo a retornar a seu original estado de pureza.

Deus aguarda nosso reencontro e para atingir as alturas celestiais precisamos, além de expandir os sentimentos rumo ao amor, crescer também em entendimento e sabedoria. Falta-nos, porém, um enorme caminho a percorrer para que nos inteiremos devidamente dos reais panoramas fenomênicos em que estamos mergulhados (…).

O amor é a mola mestra de nossa ascese espiritual, contudo a sabedoria deve integrar igualmente uma das asas da angelitude para que nosso voo rumo ao Infinito se equilibre.

Por isso, sem o devido esforço em aquilatar nossa compreensão da mecânica do universo e da vida, não alcançaremos grandes altitudes do espírito. Recordemo-nos de que a aquisição de verdades eternas, além de permitir-nos conhecer a nós mesmos, aproxima-nos igualmente de Deus. Afinal, Jesus disse-nos que o conhecimento da verdade nos libertará das injunções da matéria.

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No dualismo a luta é inevitável

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O ser possui uma amplitude de liberdade que lhe permite afastar-se da linha da Lei, isto é, das normas da conduta certa. Eis a maravilha que veremos: qualquer coisa que o ser faça, a Lei fica inviolável, e ele, mais cedo ou mais tarde, tem de voltar para a sua ordem.

O estudo de nossa figura nos mostrará como se desenvolve a luta entre essas duas vontades e como a cada impulso o movimento do ser no sentido do afastamento da linha da Lei, corresponde um proporcionado impulso e movimento corretor no sentido da aproximação e volta a ela.

A consequência necessária é esta: como não foi possível ao ser chegar à construção definitiva do AS, assim também não lhe é possível afastar-se definitivamente da linha da Lei, isto é, do caminho que o leva à sua própria salvação. O resultado final é que o rebelde não vai conseguir aniquilar-se com a sua loucura. Esta é a vitória de Deus: o bem da criatura reintegrada na perfeição e felicidade do S.

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Revolta: Contrair dívidas

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Se a ética universal da Lei representa a linha central ou tronco das normas que dirigem o ser na realização da sua evolução, na prática esse tronco vai sempre mais se ramificando, quanto mais nos aproximamos do caso particular. Vemos então que o ser não se movimenta livremente, como é comum se acreditar, mas enclausurado o numa rede de princípios menores.

O homem conta antes de tudo com a sua força e astúcia, acreditando ser livre de realizar à vontade tudo o que deseja. E não imagina que vive enredado dentro de uma gaiola de regras, onde cada um dos seus movimentos não pode se realizar senão em função de tantas outras forças em ação, levando em conta a presença de normas que agem como paredes invisíveis, mas férreas, para canalizar livremente cada atividade segundo sua vontade, para finalidades preestabelecidas.

Com a revolta o ser admitiu ser possível emborcar o S, tornando-se ele o chefe, substituindo a ordem da Lei pela desordem representada por outra lei sua. Mas de fato não conseguiu senão emborcar-se a si mesmo dentro do S, que ficou íntegro, de pé, de modo que, apesar da tentativa de revolução, as fundamentais leis de equilíbrio do S ficaram vigorando e dominando tudo, incluindo o AS. Elas representam regras intransponíveis que o ser tem de levar em conta e com as quais ele não pode deixar de chocar-se e ter de aceitar a devida reação, todas as vezes que ele não as respeitar.

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O afastamento da Lei

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A revolta foi um desvio da posição correta.

Esse foi o primeiro erro e o maior, que gerou todo o processo da queda.

No longo do caminho da evolução, o ser pode voltar a realizar o seu impulso de desobediência, com afastamento da Lei, gerando semelhantes, mas pequeninas quedas, porém, com relativa recuperação. Desta vez o afastamento não é representado pela linha verde XY que sai do S, para o AS, e o caminho de volta não é representado pela linha vermelha YX, que do AS leva tudo novamente para o S; mas é representado na figura por afastamentos laterais longe da linha central vermelha da Lei.

A vontade de Deus é que tudo o que decaiu no AS seja reconduzido salvo para Ele no S e, assim todo o erro do ser seja reconduzido a Lei, isto é, à linha vermelha que a expressa. Eis, então, que a nossa figura nos mostra, utilizando o caso  maior da queda e salvação, como se realiza e depois se corrige o repetir-se de todos os outros casos menores que pode acontecer a toda hora e altura da escala evolutiva, ao longo do seu caminho. Isso se verifica com o mesmo processo.

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A salvação é a destruição do dualismo

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O nosso universo representa o fato consumado da revolta e se nos apresenta imerso nas suas consequências. A primeira e maior foi a cisão da unidade do S, no dualismo S e AS. Este dualismo constitui o esquema fundamental do universo em que vivemos. Ele se apoia sobre duas posições básicas: a da positividade e da negatividade. Esta segunda, com todas as qualidades que a acompanham, apareceu como produto da revolta, porque na obediência dentro do S não pode haver senão positividade.

A desobediência gerou o que a Bíblia representa com a imagem da expulsão do paraíso terrestre, depois da qual nasceram todos os males e dores. Se acima de tudo ficou inatingível e inalterado o monismo de Deus que abrange tudo, incluindo o AS, o nosso universo dentro desse monismo representa a cisão dualista.

Todos os seres têm de viver nesta forma de existência despedaçada pela queda, até que o processo inverso da evolução tenha saneado esse estado que representa um verdadeiro estado patológico do existir.

A revolta gerou o caminho do afastamento expresso pela linha verde da figura, isto é, a posição emborcada da negatividade. A evolução, percorrendo a linha vermelha da positividade em obediência à Lei, tudo reconstrói até tudo reintegrar na perfeição do S.

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Filho do Átomo

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Irmão, caíste, por imprevidência e revolta, nos abismos inclementes da matéria bruta onde encontraste tua morte. Poderosas forças divinas, entretanto, soergueram-te do lodo físico, despertando tua consciência para a vida.

Ao estenderes os olhos para a longa noite dos tempos, horroriza-te o passado de lutas, padecimentos e sangrentos enfrentamentos que viveste. No entanto, quantas limitações superaste! Quantos esforços já não necessitas mais despender para sobreviver no mundo das formas!

Venceste a selvageria atroz em que te consumias. Já não mais te servem as garras com que antes dilaceravas as carnes de teus irmãos para saciar-te a fome. E não mais requeres músculos vigorosos para escapar dos predadores. A arte do ataque e da defesa já não integra teus arsenais na grande batalha da vida. És um vitorioso da evolução, irmão, pois saltaste da atroz animalidade para a vida humana plena.

Agradece à sabedoria da Lei que te reergueu dos túmulos de pedras para a realidade do espírito e resgatou-te da barbárie para a alteridade. E honra as potências divinas que ainda lutam e trabalham avidamente para elevar-te às alturas celestiais, de onde precipitaste, realizando com alegria o esforço que te compete na dura ascensão evolutiva.

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Nasce a Vida

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Sob a lenta ação do tempo, esses compostos simples formaram imensas e evanescentes cortinas de proteínas fundamentais, flutuantes nos mares, as quais, ao pesar, depositaram-se vagarosamente nos leitos oceânicos. Extensos tapetes proteicos, verdadeiras papas de substâncias orgânicas, logo cobriam largas porções do fundo dos mares, aquecidos pelo amálgama ainda efervescente da Terra.

Estabeleceu-se aí, nas escuras profundezas marítimas, o ambiente propício para que o raio globular construísse seu primeiro corpo efetivamente estável, o primeiro artefato vivo: uma célula, feita de uma membrana que conservou em seu interior a água roubada do mar, rica de substâncias aminadas. Nascia o protoplasma, o especial meio necessário à composição da vida.

Nesse fecundo barro marinho, prístino berço da biogênese terrena, cerca de três bilhões e meio de anos atrás, os raios vitais, “caídos do céu”, iniciam suas intensas atividades microbianas. A Terra era ainda jovem e mal acabara de esfriar-se parcialmente, propiciando a formação das primeiras rochas sedimentares. O espírito, no entanto, tinha pressa em manifestar-se no mundo denso, a fim de fazer despertar em si a consciência, adormecida no infecundo abismo da matéria.

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